Mais do que uma jóia: A era dos diamantes sintéticos

por Suporte - 23/10
Mais do que uma jóia: A era dos diamantes sintéticos

Mais do que uma jóia: a era dos diamantes sintéticos

Os diamantes são resilientes a temperaturas extremas, além de possuir propriedades supercondutoras, resistindo a condições em que o silício não consegue suportar. Entretanto, os custos de produção tem sido um imenso obstáculo ao desenvolvimento da utilização destes minerais como semicondutores.

Nesse sentido, surgem pesquisas em busca dos diamantes sintéticos e, a mais recente investiga a deposição de vapor químico (CVD), com produtos de alta qualidade e menor custo. Esses produtos também podem ter outras aplicações no campo quântico, incluindo computação, sensores e magnetometria.

O mercado mundial de diamantes sintéticos, de jóias a equipamentos médicos, está previsto em US $ 28,6 bilhões até 2023, ante US $ 15 bilhões em 2014, segundo a Crystal Market Research. Outras empresas do setor incluem a New Diamond Technology, da Rússia, a IIa Technologies, de Cingapura, e a Diamond Foundry, com sede nos EUA.

Este ano, cerca de 2 milhões de quilates de diamantes sintéticos de qualidade gem serão produzidos, contra cerca de 60 milhões de quilates de pedras naturais de qualidade de 148 milhões de quilates extraídos, disse o analista do setor Paul Zimnisky, do Departamento de Energia dos Estados Unidos.

Fonte: Reuters

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